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Saúde digestiva no Inverno: como evitar o desconforto gastrointestinal

Saúde digestiva no Inverno: como evitar o desconforto gastrointestinal

(5 minutos de leitura)

Introdução

No Inverno, o corpo abranda, o apetite muda e a rotina também. Comemos mais pratos reconfortantes, passamos mais tempo sentados e, muitas vezes, bebemos menos água. O resultado surge de forma silenciosa mas persistente: barriga inchada, digestões pesadas, azia frequente e aquela sensação incómoda de enfartamento que parece não desaparecer. O que muitos não sabem é que estes sinais não são apenas incómodos passageiros. São, muitas vezes, pedidos de ajuda do sistema digestivo.

A saúde digestiva é um dos pilares da saúde geral. Quando o intestino não funciona bem, todo o organismo sente o impacto. No Inverno, este equilíbrio torna-se ainda mais frágil, sobretudo em pessoas que já sofrem de problemas digestivos crónicos. Neste artigo, vamos explorar porque razão o sistema digestivo é tão importante, como o Inverno o pode afetar, quais os sinais de alerta a que deve estar atento e, sobretudo, o que pode fazer no dia-a-dia para prevenir e aliviar o desconforto gastrointestinal.

Porque é tão importante manter o sistema digestivo saudável

O sistema digestivo não serve apenas para digerir alimentos. É um verdadeiro centro de comando da saúde. Cerca de 70% das células do sistema imunitário encontram-se no intestino, e a microbiota intestinal desempenha um papel essencial na defesa contra agentes patogénicos, na regulação da inflamação e até na produção de neurotransmissores como a serotonina.

Estima-se que mais de 90% da serotonina do organismo seja produzida no intestino, o que ajuda a explicar a forte ligação entre saúde digestiva, humor e bem-estar emocional. Quando a microbiota está desequilibrada, este eixo intestino-cérebro fica comprometido, podendo surgir sintomas como fadiga, irritabilidade e maior suscetibilidade a infeções.

Manter uma digestão eficiente e uma microbiota equilibrada é, portanto, uma estratégia de prevenção global, comparável a fortalecer as defesas antes do pico das gripes de Inverno.

Como o Inverno afeta a digestão e o intestino

Durante os meses frios, vários fatores contribuem para o agravamento dos problemas digestivos:

  • alimentação mais rica em gorduras e açúcares
  • menor ingestão de fibras frescas
  • redução da atividade física
  • menor consumo de água
  • aumento do stress e alterações do sono

Estudos observacionais mostram que os sintomas gastrointestinais funcionais tendem a agravar-se no Inverno, especialmente a sensação de enfartamento, a obstipação e a azia. Em pessoas com síndrome do intestino irritável, doença de Crohn ou colite ulcerosa, esta época do ano pode associar-se a maior frequência de sintomas e menor qualidade de vida.

Curiosamente, investigações recentes sugerem que a própria composição da microbiota pode variar de forma sazonal, influenciada pela dieta e pela exposição solar, o que reforça a importância de cuidados específicos nesta altura do ano.

Principais perturbações digestivas no Inverno

As queixas digestivas mais frequentes nesta estação incluem:

  • digestões lentas e difíceis
  • indigestão e sensação de peso após as refeições
  • azia e refluxo gastroesofágico
  • gases e distensão abdominal
  • obstipação

Estes sintomas podem surgir de forma isolada ou combinada e tendem a agravar-se após refeições mais copiosas. Em pessoas com doenças digestivas crónicas, o frio, o stress e as alterações alimentares podem desencadear crises mais frequentes.

Sinais de alerta de stress digestivo e microbiota alterada

Nem sempre é fácil perceber quando o problema vai além de um simples excesso alimentar. Alguns sinais comuns de desequilíbrio digestivo incluem:

  • inchaço abdominal frequente, mesmo após refeições leves
  • alternância entre diarreia e obstipação
  • sensação de cansaço após comer
  • maior sensibilidade a certos alimentos
  • infeções recorrentes

Segundo dados europeus, cerca de 40% da população refere pelo menos um sintoma digestivo funcional ao longo do ano, sendo o Inverno um dos períodos mais críticos.

Medidas não farmacológicas para proteger a digestão

Tal como um plano de prevenção reforça o sistema imunitário, pequenas mudanças diárias podem fazer uma grande diferença na saúde digestiva.

Alimentação consciente

  • preferir refeições quentes, simples e bem cozinhadas;
  • aumentar o consumo de fibras solúveis, como aveia, legumes e leguminosas;
  • mastigar bem os alimentos, respeitando o ritmo das refeições.

Hidratação adequada

Mesmo sem sede, o intestino precisa de água para funcionar corretamente. Sopas, chás e infusões contam para o total diário.

Movimento diário

A atividade física estimula o trânsito intestinal. Caminhadas de 20 a 30 minutos após as refeições ajudam a reduzir o enfartamento e melhoram a digestão.

Gestão do stress

O intestino reage rapidamente ao stress. Técnicas simples como respiração profunda ou rotinas de sono regulares ajudam a proteger o eixo intestino-cérebro.

Quando é necessário procurar ajuda médica

Embora muitas queixas sejam benignas, deve procurar avaliação médica se surgir:

  • dor abdominal intensa ou persistente
  • perda de peso inexplicada
  • sangue nas fezes
  • vómitos frequentes
  • sintomas noturnos que interrompem o sono

Nestes casos, o tratamento farmacológico pode ser necessário e deve ser sempre orientado por um profissional de saúde.

Suplementos e alternativas naturais com evidência científica

Além das medidas de estilo de vida, alguns suplementos podem desempenhar um papel importante como adjuvantes.

Probióticos

Os probióticos são microrganismos vivos que, quando administrados em quantidades adequadas, conferem benefícios à saúde. Têm evidência sólida na redução da diarreia associada a antibióticos, no alívio de sintomas da síndrome do intestino irritável e na melhoria da função imunitária.

Prebióticos

Os prebióticos são fibras que servem de alimento às bactérias benéficas. Ajudam a aumentar a diversidade da microbiota e a produção de ácidos gordos de cadeia curta, essenciais para a saúde intestinal.

Enzimas digestivas

Indicadas sobretudo em casos de digestões lentas ou refeições mais pesadas, as enzimas digestivas auxiliam a degradação dos alimentos, reduzindo a sensação de peso e enfartamento.

Suplementos à base de plantas

Plantas como gengibre, hortelã-pimenta, funcho ou camomila têm longa tradição no alívio de sintomas digestivos. Estudos recentes confirmam o seu papel na redução de gases, espasmos intestinais e náuseas.

Tendências promissoras

Simbióticos (combinações de probióticos e prebióticos) e compostos como a glutamina ou os pós-bióticos estão a ser estudados pelo seu potencial na prevenção de inflamação intestinal e no suporte da barreira intestinal.

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Conclusão

Cuidar da saúde digestiva no Inverno é um investimento direto na saúde geral. Um intestino equilibrado contribui para melhores defesas, mais energia e maior bem-estar diário. Pequenos gestos, aliados a escolhas informadas e, quando necessário, ao uso de suplementos adequados, podem fazer uma diferença significativa.

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Referências Bibliográficas:

1. World Gastroenterology Organisation. Global guidelines on probiotics and prebiotics. 

2. European Society for Neurogastroenterology and Motility. Functional gastrointestinal disorders.

3. Hill C et al. The International Scientific Association for Probiotics and Prebiotics consensus statement. Nature Reviews Gastroenterology & Hepatology.

4. Gibson GR et al. The concept of prebiotics. Gut.

5. Ford AC et al. Efficacy of probiotics in IBS. American Journal of Gastroenterology.

6. Quigley EMM. Gut microbiota and the role in GI health. Gastroenterology.

7. Slavin J. Fiber and digestive health. Nutrition.

8. Camilleri M. Management of bloating and distension. Clinical Gastroenterology.

9. McFarland LV. Probiotics and immune health. Journal of Clinical Gastroenterology.

10. Sanders ME et al. Emerging concepts in gut health. Gut Microbes. 

Este texto foi produzido com a ajuda da Inteligência Artificial.

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